A alma artista sobre(vivendo) ao mundo corporativo e capitalista.
Ninguém te fala o quão difícil é nos dividir em coisas que amamos e precisamos, porém, são totalmente diferentes uma da outra. Ser criativa, mas, ter que saber separar isso do mundo acadêmico, corporativo por serem caminhos distintos que nem sempre se complementam.
Sim, muitas pessoas podem falar que prezam pelo lado criativo das pessoas nesses ambientes capitalistas, mas, a gente sabe que tudo é tratado de maneira superficial com meros apoios por quererem ser “diferentes”, mais um status do que apoio. A superficialidade que não queremos, e a alma não está acostumada. Sabe, é difícil não poder ser tão inteira em todas as situações, ter que deixar um ou outro de lado. É como se o mundo quisesse metade de nós. Mesmo sabendo que somos inteiros.
E que a arte vive dentro da gente. Será possível usar todas as nossas faces no mesmo ambiente sempre? Não, mas, as vezes dá sim!
Podemos amar profundamente várias coisas distintas, porém interligadas uma na outra. Ou nem tanto, depende do que você ama. O que eu quero dizer é que não temos mecanismos ou um botão de “ligar e desligar” para sabermos a hora exata de fazer cada papel individual. De ser artista, amante de livros, pintora, enfim. E no outro período de tempo ser chefe, empreendedora, estudante, professora, engenheira. As coisas precisam ser equilibradas.
A vida é um equilíbrio, mas, será que somos ensinados a ser e ter equilíbrio, ou apenas a ignorar algumas partes da gente para fazer parte do “modelo de vida/pessoa ideal”?
Apesar da vida exigir tal maneira, não esqueça do lado artístico, intuitivo que TODO MUNDO tem.
Não esqueça que a arte salva a gente todos os dias, graças a arte transformamos os momentos de caos pandêmico. A arte curou, ocupou, alegrou quando nada podíamos ter.
Então, por favor pratique a arte do seu jeitinho.
Espero que algum dia os ambientes corporativos/acadêmicos valorizem mais a arte, sem ser superficialmente.
Empresas incentivem a arte, criem oficinas artísticas, façam um happy hour de poemas, músicas, conversas literárias.
Escolas a arte é mais que necessária para a educação, o individuo que sabe interpretar a arte entendeu tudo. A vida não é só vestibular, Enem, faculdade. Há coisas muito além do modo educacional engessado no sistema brasileiro.
Universidades, digo o mesmo que disse acima. Não adianta ter vários pós –graduações, mestrados se você não sabe conversar com pessoas artisticamente, se só o lado racional prevalece, ou se vocês cortam as asas de quem usa a criatividade em algo.
Evoluir é necessário. E o respiro da arte nos nossos dias também.
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Achei profundo,uma leitura que faz a gente refletir
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