A liberdade...

Se conhecer o suficiente para perceber que aquele sonho, talvez não seja tão sonho mais. Não combina mais com o meu eu de agora.
Minha matéria preferida, já não é tão preferida assim.
A profissão dos meus sonhos ficou lá atrás com meu antigo eu, mas segue me questionando.
Acreditar no que sinto, que não sou de criar raízes permanentes, quero conhecer o mundo, conhecer a vida, as praias da Tailândia, e a história dos monumentos de Londres. Não quero padrões de repetições pra preencher qualquer outro alguém, a não ser minha própria pessoa.
Eu sou liberdade, mas ansiava pelas raízes do momento. Mas, não. Não mais.
Meu maior sonho de todos é fazer as pessoas sentirem, sentirem através da escrita. Enxergar que as vezes nosso remédio são palavras bem encaixadas, com toques excessivos de sensibilidade.
É fazer as pessoas se escutarem bem lá no fundo, aquela voz do seu anjo que nunca te deixa desamparado.
É ignorar meu próprio eu passado, que acaba se tornando outra pessoa. Você não faz parte de mim, não mais.
Meu sonho é fazer as pessoas se sentirem amadas, dando meu melhor. Eu tento.
A escrita é a liberdade, a comunicação é uma via do meu coração para o mundo. Sei que não é em vão.
Mesmo que nada faça sentido para outras pessoas, mesmo que seus dizeres estejam enraizados em outras pessoas, que seus sonhos e caminhos antigos perguntem aonde está indo; apenas vá, siga sua voz lá no fundo.
Você sabe de você mesmo, sabe mais o que te falta, o que deixa seu coração pulsar fortemente, mais que qualquer outro que te diga que te conhece bem.
Existe outro alguém que te conhece melhor do que você mesmo? Não. Jamais.
O que o outro achar, me questionar não serão os suficientes, não mais. Só devo tudo a mim mesma.
Siga sua intuição,
Pelos caminhos do coração.

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